DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO-PROTEICA INFANTIL NO BRASIL: DESAFIOS FISIOPATOLÓGICOS E ASSISTENCIAIS

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Hélio Erikson Fontes de Sousa

Resumo

A desnutrição energético-proteica (DEP) infantil configura-se como um grave problema de saúde pública no Brasil, com raízes profundas na pobreza e na desigualdade social. Este trabalho analisa o cenário epidemiológico da DEP, destacando uma redução de 16,3% na prevalência entre 2008 e 2019, fruto de políticas públicas e da atuação da Estratégia de Saúde da Família. O estudo descreve a fisiopatologia da doença, detalhando as adaptações metabólicas e endócrinas, como a redução da taxa metabólica, o aumento do cortisol e as alterações no eixo GH/IGF-1, resultando no comprometimento do crescimento e desenvolvimento cognitivo. Discutem-se as formas clínicas clássicas, marasmo e Kwashiorkor, e os critérios para o diagnóstico clínico e laboratorial nas Unidades Básicas de Saúde. Conclui-se que a abordagem da DEP exige uma atuação multidisciplinar e integrada, focada na vigilância nutricional e na implementação de redes de assistência para a promoção da saúde infantil.


 

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Como Citar
SOUSA, H. E. F. de. DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO-PROTEICA INFANTIL NO BRASIL: DESAFIOS FISIOPATOLÓGICOS E ASSISTENCIAIS. Revista Eletrônica Multidisciplinar de Investigação Científica, Brasil, v. 5, n. 23, 2026. DOI: 10.47402/remici.v5n23131326. Disponível em: https://www.remici.editorapublicar.com.br/index.php/revista/article/view/860. Acesso em: 23 out. 2026.
Seção
Artigos

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